Bem-vindo à coleção mais bem-humorada e provocativa do Ateliê Terreiro de Miniaturas. Aqui, a figura do "diabinho" ganha uma perspectiva inteiramente brasileira e afetiva: ele não é uma criatura má, mas sim a personificação lírica das nossas próprias imperfeições, dualidades e desejos cotidianos.
Em cenários que vão de botecos filosóficos a motéis de beira de estrada, o sagrado e o profano jogam sinuca, dividem um balcão e negociam o afeto. Moldada manualmente em cerâmica fria e MDF pela artista Fernanda de Campos Bezerra (Raiz e Flor), esta coleção celebra a nossa adorável e complexa imperfeição humana com muita irreverência, detalhes minuciosos e genialidade artística.